As Revoluções de 1930

Olá queridos e amados leitores. Os Senhores Professores de História e os Senhores Historiadores adoram abordar alguns fatos políticos da nossa História, da História do nosso Brasil – infelizmente a maioria desses fatos políticos são passados apenas politicamente… esquece-se, ou não se tem tempo de falar, sequer mencionar, o social nesse meio. As conjunturas devem ser trabalhadas e pensadas para que se tenha uma idéia das transformações político-sociais transcorridas em um determinado contexto e afetando a um determinado grupo de pessoas.

A gente pode dar um pulinho na década de 20 do século passado pra dar uma vasculhada nessa bagaça! Que tal com imagens?

Essa foi a primeira greve geral no Brasil, “coincidindo” o ano de ocorrência com a Revolução Russa de 1917.

Os nossos queridos operários estavam mais tretados que nunca, com patrões escravocratas e de saco cheio do trabalho lazarento que eram obrigados a fazer! Decisão: Quebra-pau! Chega dessa pataquada e vamo todo mundo pra rua… e cada uma dessas cabecinhas que vemos estava pensando: Faça-se a REVOLUÇÃO! E eles olhavam para a:

… ou coisa semelhante (Soldados Bolcheviques em Moscou – 1917).

Ao passo que surgia o movimento Modernista brasileiro. O centenário da Independência nacional mexera com a cabeça de alguns nerdinhos que resolveram que pintar, escrever, compor deveria ser de um outro jeito, pois, como se sabe, a cultura é o reflexo quase imediato do espaço de experiência de um determinado povo, e a cultura que se tinha em terras tupiniquins nada tinham a ver com a real história de seu povo.

Olha só a galerinha engravatada que fez um estardalhaço na história do nosso país e da nossa arte – os modernistas da Semana da Arte Moderna de 1922.

Essa moçada já tava de saco cheio de ter que ficar copiando europeu para tudo que se fosse fazer, então tinham em suas cabecinhas: Faça-se a REVOLUÇÃO! Mas eles estavam a olhar para:

…os nossos índios, que assimilavam as energias que os cercavam, ameaçavam ou admiravam por meio da deglutição. Essa era uma das propostas modernistas, a Antropofagia. Essa imagem é do livro do navegante alemão Hans Staden, que esteve por aqui no século XVI.

Ao passo que tinha mais uma patota se organizando, e querendo também mudanças. Essa galera já é fardada, estudada e treinada para o “sucesso”. São os queridos Tenentes do movimento Tenentista, cujas cabeças pensavam sem cessar: Faça-se a REVOLUÇÃO! Mas o que eles realmente viam era:

… a Revolução de 1964, mais conhecida como Ditadura Militar, na qual os Tenentes das décadas de 20 e 30 puderam se refestelar… eles diziam aos berros: “Chegou a nossa vez de mamar nesse povo imbecil!”. Fez-se a revolução e gozou-se dela por 25 anos…

Voltando aos anos 30, teremos então uma querela política que canalizará essas REVOLUÇÕES… Uma galera de senhores feudais do nosso querido e sofrido Nordeste ficaram tretados com os senhores feudais mais bem sucedidos, os do Sudeste, e se juntaram aos senhores feudais do Sul do nosso imenso país e resolveram a treta: Fizeram a REVOLUÇÃO!

A Revolução de 1930 colocava no cenário político um dos homens que simbolizaram mais mudanças políticas do que o Brasil jamais viu…. Instaurara-se também uma nova forma de governo, amarrando o país ao redor de sua sagrada figura e direcionando para outros rumos os caminhos do povo brasileiro! Só a menininha no canto que não ficou muito satisfeita!

Pois é! A Revolução de 30 é realmente um importante momento da nossa história, e que vale ser lembrado por todos os seus lados e observando os seus mais variados atores!

Um forte abraço aos amigos leitores e até a próxima…

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